Td de volta ao normal….. fonezinho Up and Running!
Até que consegui foder o iPhone 3.0 fuçando nas internas! hahahahaha
Fok…. agora da-lhe trabalho pra arrumar a merda. Damn it
Acabei de fazer o upgrade do firmware do meu iPhone 3G para o 3.0 com melhorias no GPS, na disposição das coisas, sound recorder, upgrade de varios aplicativos internos, search integrado, uma penca de coisas… me pareceu mais rapido tb.
Tentei pelo Quickpwn no Windows como sempre fiz, mas como fiz um upgrade do iTunes para o 8.2, então tive que usar o redsn0w que no final das coisas deu a mesma coisa!
Ta td instalado and working like a charm!
Vida corrida – Joelho no asfalto Motite
(Teste da Suzuki GSX-R 750 em 2001 na Itália: gastei vários raspadores só pra fotos!)
Logo pela manhã, quando começam a chegar meus alunos para o curso SpeedMaster de pilotagem fico cronometrando para saber quanto tempo demora para alguém fazer a clássica pergunta:
- Nesse curso você vai nos ensinar a raspar os joelhos no chão?
E sempre respondo da mesma forma:
- Claro que sim! e se depender de como você pilotar vai raspar não apenas o joelho, mas também o cotovelo, coxas, costas o corpo todo!
Esta fixação pelo popularmente batizado de “knee-down”, ou “joelho pra baixo” é reflexo direto deste excesso de exibicionismo entre colegas jornalistas. De fato, vejo como absolutamente ridículo o esforço que alguns motociclistas fazem para tocar o asfalto com os joelhos durante as curvas. Parece aquele jogador de futebol iniciante que “pedala” a 20 metros de distância do beque mais próximo. Só serve pra fazer papel ridículo.
(Oh, que difícil, até de CG 150 você pode raspar joelho no chão! Foto:Fábio Arantes)
Tenho uma má notícia para todos os “knee-sliders” das estradas e ruas brasileiras: de tão fácil e banal, pode-se fazer essa manobra até na reta e com qualquer moto - até de CG 150 - que consiga inclinar até 45º. Até de scooter é possível fazer essa “radicalíssima” brincadeira. Agora, a pior notícia de todas: fora das pistas de corrida essa manobra serve pra NADA! Nas estradas nenhum piloto será mais ou menos veloz se encostar, ou não, os joelhos no asfalto durante as curvas.
Assim que os primeiros pilotos americanos importaram essa técnica para o mundial de motovelocidade, nos anos 80, as publicações brasileiras danaram a soltar as mais bizarras explicações para esse “pêndulo”. Desde a divertida explicação aeronáutica, segundo a qual o piloto abre as pernas na entrada das curvas para funcionar como uma espécie de aileron (flap) e ajudar a fazer a curva! O vento bate na perna do piloto e o arrasto provocado faria a moto virar para o lado interno da curva. Bobagem!
Outra explicação estranha era a teoria físico-cinemática segundo a qual o joelho funcionaria como um terceiro apoio na curva para equilibrar a moto. Neste caso seria até melhor se em vez de proteções, os pilotos usassem rodas de skate nos joelhos!
Como tudo começou
Segundo o grande americano Keith Code (que considero o MELHOR professor de pilotagem de moto do mundo), a evolução da pilotagem começou nos anos 60 quando Mike Hailwood começou a abrir as pernas nas curvas. Era o começo do que seria chamado aqui de “pêndulo”. Foi também o começo de um enorme consumo de botas, porque eles pilotavam com a sola da bota apoiada nas pedaleiras e a ponta dos pés raspavam no asfalto. Mais tarde, já nos anos 70, Jarno Saarinen seria o primeiro piloto a tirar a bunda de cima do banco da moto na curvas, já aproximando mais os joelhos do asfalto.
(Mike Hailwood e sua Honda 250 de seis cilindros: o primeiro a abrir as pernas nas curvas)
Até que no final dos anos 70 e início dos anos 80, o piloto americano Kenny Roberts investiu seriamente no desenvolvimento dos pneus e chegou a convencer a GoodYear, tradicional fabricante de pneus para carros, a entrar no mundial de moto só para avançar na tecnologia de pneus radiais slicks. Ele ficou conhecido como Mr Knee-down e destruiu vários macacões até prender um pedaço de sola de sapato nos joelhos usando quilômetros de silver tape. Estava inventado o knee-slider, ou “raspador de joelhos”.
Há uma distinção médica clara.
Todos ouvem falar em alguém ter peito ou ter culhões, mas você sabe REALMENTE a diferença entre ambos?
Vamos tentar esclarecer onde eles se diferenciam:
PEITO - É chegar em casa tarde da noite, após uma balada com os amigos, e ser recebido por sua mulher segurando uma vassoura, e ter peito de perguntar: “Ainda está limpando a casa, ou vai voar para algum lugar?”
CULHÕES - É chegar tarde da noite em casa, após uma balada com os amigos, cheirando a perfume e cerveja, batom no colarinho, e ter culhões de dar um tapa na bunda da sua mulher e dizer: “Você é a próxima, gorducha!”



